A água é indispensável à vida humana na Terra, compõe aproximadamente 70% da superfície terrestre e constitui 75% do corpo humano. Além disso, possui uma presença significativa no cotidiano das pessoas, sendo utilizada para diversas funções em apartamentos, hotéis e indústrias. O mau estado deste composto pode prejudicar os residentes e funcionários dos prédios e hotéis e os clientes das indústrias, além de prejudicar os responsáveis desses, já que podem sofrer processos e multas, entre outros danos materiais, financeiros e morais.
Diante disso, é de suma importância o controle de qualidade da água, visto que impacta diretamente na saúde e qualidade de vida das pessoas e na renda das indústrias. A importância do tratamento de águas residenciais e industriais está diretamente atrelada a escassez de água potável, cada vez mais presentes com as secas e o desperdício continuado.
A indústria é responsável pelo consumo de 22% da água, enquanto a agricultura utiliza 70% e o uso doméstico fica com 8%.Além disso, o desperdício de água supera os 50% nas cidades. Considerada como um recurso natural renovável, a água para uso industrial e doméstico só consegue recuperar suas qualidades se corretamente tratada. A Organização das Nações Unidas (ONU) prevê que, em 2030, a população global vai necessitar de 40% a mais de água do que utilizamos hoje. Atualmente, ainda de acordo com a ONU, 768 milhões de pessoas não têm acesso à água tratada e 2,5 bilhões não melhoraram suas condições sanitárias.
Importância da análise da água para consumo humano:
De acordo com a Portaria nº2914, de 12 de dezembro de 2011, a água de consumo humano destinada para a preparação e produção de alimentos, ingestão e higiene pessoal não deve em hipótese alguma oferecer riscos à saúde humana, sendo de qualidade assegurada, livre de quaisquer contaminações e potável.
A RDC nº 274 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determina ainda que as características microbiológicas devem atender ao Regulamento Técnico específico e não devem ter concentrações acima do limite máximo permitido das substâncias químicas, bem como, adota os requisitos adicionais de rotulagem para a água mineral.
Por isso, a análise de água é de suma importância para a determinação se ela é apropriada para o consumo e leva em consideração parâmetros físico-químicos e microbiológicos que observam a presença de coliformes totais e termotolerantes, pH, teor de sólidos dissolvidos e oxigênio dissolvido, entre outros.
Principais parâmetros da análise de água:
Potabilidade: Sem qualquer vestígio de poluição orgânica (presença de coliformes) ou mineral, aspecto límpido e sem odor.
Limites máximos de metais: Os elementos presentes na sua composição não podem exceder os valores máximos determinados em resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde. Exemplos: Ferro < 0,3 mg / L, Flúor < 1.0 mg / L, Chumbo < 0.01 mg / L, Mercúrio < 0.001 mg / L, etc.
Qualidade: Para uma água ser considerada mineral ela precisa ser classificada por uma qualidade que a destaque das demais águas. Essa qualidade pode ser devido à presença de certos elementos em quantidade aceitável ou outra característica física como temperatura ou radioatividade na fonte, por exemplo.
Como nós da Isomeria podemos ajudá-lo:
Nós da Isomeria queremos ajudar você, seja no ramo industrial, residencial ou hoteleiro, a buscar alternativas sustentáveis e econômicas, pois acreditamos que podemos contribuir diretamente para este avanço ambiental iminente.
Para isso, fornecemos todas as análises pertinentes para o diagnóstico da qualidade da sua água,  baseando-se nos parâmetros de potabilidade definidos pelo Ministério da Saúde, segundo a Portaria de Consolidação N°5, de 28 de setembro de 2017. Para a determinação de alguns desses parâmetros, a Isomeria segue metodologias adotadas mundialmente e, portanto, já validadas, como o Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater Standart Methods.
Oferecemos também consultoria para a viabilização do tratamento da água para reutilização.
(Fonte: Ministério da Saúde e Portal Resíduos Sólidos)
Por: Gabriela Koialainski Barbosa e Kevellyn Thais Zucyszyn
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